domingo, 5 de agosto de 2012
05 de Agosto - Dia Nacional da Saúde
BLOG DO CANINDE ACS: 05 de Agosto - Dia Nacional da Saúde: Dia 05 de Agosto é o Dia Nacional da Saúde, mas não é somente neste dia que se deve cuidar dela. A saúde resulta de u...
sexta-feira, 6 de julho de 2012
sexta-feira, 29 de junho de 2012
Regulamentação do ‘Piso Salarial’ dos Agentes
Brasília: Reunião com a Ministra Ideli Salvatti - Relações Institucionais, Pauta: Regulamentação do ‘Piso Salarial’ dos Agentes
Reunião com a Ministra Ideli Salvatti - Relações Institucionais
27/06/2012 no Palácio do Planalto –
16h45
Pauta:
Regulamentação do ‘Piso Salarial’ dos Agentes
Comunitários de Saúde e Endemias – E.C.63/2010.
Presentes: Deputado Valteni
Pereira(PSB/MT) – Frenta Parlamentar em
prol do Piso,
Dep. Raimundo Gomes de Matos – (PSDB/CE) – Dep. Benjamim Maranhão (PMDB-PB), Dep. Henrique Fantana(PT/RS), Miraci Astun – Representando o Min.Saúde, Jorge Alberto – CNTSS e FENASCE/CUT e a Ruth Brilhante – Presidente da Conacs.
Dep. Raimundo Gomes de Matos – (PSDB/CE) – Dep. Benjamim Maranhão (PMDB-PB), Dep. Henrique Fantana(PT/RS), Miraci Astun – Representando o Min.Saúde, Jorge Alberto – CNTSS e FENASCE/CUT e a Ruth Brilhante – Presidente da Conacs.
Solicitação dos presentes para que o
governo apoie e remeta ao congresso de um ‘projeto’ para a aprovação do piso salarial dos agentes.
Tendo em vista que consta um incentivo
financeiro enviado aos Municípios repassado pelo Governo, que não acarreta
maiores gastos, isto dentro de uma tabela progressiva até 2015.
A ministra se posicionou citando o
projeto da educação, que é um setor onde ela tem experiência, da dificuldade
que isto representa. Demora em uma aprovação.
Que isto, a remessa para o Congresso, tem que ser feito pelo ‘caminho’ correto para
não sofrer uma inconstitucionalidade mais a frente.
Se comprometeu em fazer uma consulta
às duas ‘casas’, Ministro Padilha e ao Ministro Mántega. Onde terá que passar
pela mesa de negociação ao longo das próximas duas semanas, que é o prazo para
estabelecer a mesa. Há uma possibilidade de que na próxima semana, 3ª ou 4ª
feira aconteça uma nova reunião para que seja repassado a posição do Governo. No
caso, da aprovação da mesa tanto faz ser apresentado uma MP ou uma PL para que
seja feito o pedido de regulamentação do piso.
![]() |
| a Ministra Ideli Salvatti, Jorge Alberto Vice Presidente do Sindacs-pe |
| Jorge Alberto Vice Presidente do Sindacs-pe e a Presidente do Conacs Rute Brilhante |
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Estúdio da Rádio Rosário FM 104,9
Programa "AGENTES COMUNITÁRIOS EM AÇÃO" todas as quartas-feiras das 17:00 às 18:00hs. Com muitas informações e dicas de prevenção. Acompanhe pela internet no endereço www.rosariofm.com.br
terça-feira, 29 de maio de 2012
Paralização Nacional dos ACS
terça-feira, 29 de maio de 2012

Não só o empenho na regulamentação de EC 63, mais na formação dos profissionais com a implatação do 2° e 3° modulo do curso técnico para os ACS, e o 1° modulo para os ACEs, mais o cumprimento da Lei 11.350 que a grande maioria dos municípios ainda não efetivaram os seus Agentes e a questão da saúde do trabalhador que é excencial acreditamos que os governadores podem nos ajudar e muito com suas bases não só no congresso nacional como nas prefeituras.
A Paralisação é Nacional e aqui em Pernambuco vai sair :
Praça Osvaldo Cruz - Centro - Recife-PE. (Próximo ao prédio da Celpe) até o Palácio do Campo das Princesas. (Sede do Governo do Estado).
segunda-feira, 28 de maio de 2012
sexta-feira, 25 de maio de 2012
Os servidores públicos municipal de itaberaba paralizam suas atividades
24/06/2012 Os servidores
públicos municipal de itaberaba paralizam suas atividades pra mais uma
tentativa de negociação de reajuste salarial 2012. E após seis horas de reunião
o empasse continua. A gestão agora se apega a Lei Eleitoral e tenta de qualquer
forma obrigar os servidores a aceitar a migalha de 6,07%.
A TRISTE AGONIA DOS ACS/ACE DO BRASIL
Vejam os agentes comunitários e agentes de endemias, que
ficarão sentados pelos corredores do Congresso pedindo a votação de seu piso
salarial 2012”,A reivindicação DOS ACS/ACE é que a EC 63, que
garante o Piso Salarial Nacional dos ACS e dos ACE seja de fato comprida, e que
a inclusão da PL 7495/06 fosse colocada em Pauta de votação imediata
coisa que não aconteceu é nem irá acontecer neste ano de 2012.
A mobilização da conacs fracassou em seu objetivo mais uma
vez! Com seus ouvidos tampados a liderança da conacs novamente insistir em
articulações que só dá ibope aos políticos que adora discursar em plenária
falando bem dos acs/ace aquela historia toda que nós bem sabemos como é.
Alguns acs/ace sairão de suas casas rumo a Brasília na
expectativa da regulamentação do piso salarial a esses meu total respeito! "Aos
que destilão mentiras e que de formar enganosa lançam falsas esperanças sobre a
regulamentação do nosso piso que as mascaras venham cair!!!
CAMPANHA NACIONAL- Vacinação contra a gripe
Vacinação contra a gripe é
prorrogada até 1º de junho
A meta é
vacinar 80% da população-alvo. Balanço parcial indica cobertura 52,5%, com
melhor adesão das crianças
O
Ministério da Saúde prorrogou a 14ª Campanha de Vacinação contra Gripe em uma
semana, até o dia 1º de junho. A ampliação do prazo, que terminava nesta
sexta-feira (25), possibilitará que um número maior de pessoas se vacine e se
proteja da doença.
Até esta
quinta-feira (24), 15,8 milhões de pessoas já tinham tomado a vacina, o que
representa 52,46% do público-alvo, formado por pessoas com mais de 60 anos de
idade, trabalhadores de saúde, crianças entre seis meses e menores de dois
anos, gestantes e povos indígenas. A meta da campanha é imunizar 80% deste
grupo prioritário, correspondente a 24,1 milhões de pessoas.
O
ministro da Saúde, Alexandre Padilha, alerta sobre importância da vacina, que é
oferecida gratuitamente nos 34 mil postos de saúde de todo o país. Padilha
lembra que ela é segura e protege contra os três vírus que mais circulam no
Brasil. “Prorrogamos o prazo para que todas as pessoas que não tiveram tempo de
ir aos postos de saúde possam se vacinar contra a gripe e estejam protegidas no
inverno, período de maior circulação do vírus. A vacina é a melhor maneira de
evitar a doença”, afirma Padilha.
O
principal objetivo da campanha de vacinação é reduzir a mortalidade, as
complicações e as internações provocadas por infecções do vírus da gripe. Como
resultado da imunização, em 2011, houve redução de 64,1% nas mortes por
agravamento da gripe H1N1 – foram 53 óbitos, contra 148 no ano anterior. Já o
número de casos graves notificados diminuiu 44% - de 9.383 para 5.230. No
entanto, se não mantermos altas coberturas vacinais, esses números poderão
voltar a se elevar neste ano.
O
secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, descarta mitos de que a
vacina possa ter efeitos nocivos. “Ela é segura. A maioria das reações adversas
é leve, como dor e sensibilidade no local da injeção. Só quem tem alergia a ovo
não pode tomar a vacina”, ressaltou. O secretário explicou ainda que é
impossível contrair gripe após a vacinação, como algumas pessoas costumam
afirmar. “O vírus usado nesta vacina é inativado”, observou.
PARCIAL –
Até o
momento, a melhor adesão à campanha é entre as crianças, com o percentual de
cobertura de 59,4%. Em números, significa que quase 2,6 milhões de crianças,
entre seis meses e menores de dois anos, já foram protegidas contra a gripe, de
um total de 4,3 milhões.
Na
sequência, 1,3 milhão de trabalhadores de saúde já receberam a vacina, o que
corresponde a taxa de 54,3% do total de quase 2,5 milhões profissionais. Mais
de 10,7 milhões de idosos também já se vacinaram contra a gripe. A cobertura
neste público é de 52%, do total de quase 20,6 milhões de pessoas com 60 anos
ou mais. As gestantes respondem pelo percentual de cobertura de 47,5%, o que
representa pouco mais de um milhão de futuras mães vacinadas, de um total de 2,1
milhões. É importante relembrar que as gestantes podem tomar a vacina,
independentemente do período da gestação, não oferecendo nenhum risco para ela
ou para o seu bebê. A população indígena alcançou 40,4% de cobertura, perante o
total de 586,6 mil índios.
A escolha
dos grupos prioritários foi recomendada pela Organização Mundial de Saúde
(OMS), respaldada em estudos epidemiológicos e pela observação do comportamento
das infecções respiratórias, que têm como principal agente os vírus da gripe.
São priorizados os grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças
respiratórias. Ao vacinar os grupos prioritários, quebra-se a cadeia de
transmissão para a população em geral.
PROTEÇÃO
- Estudos
demonstram que a vacinação pode reduzir entre 32% a 45% o número de hospitalizações
por pneumonias e, de 39% a 75%, a mortalidade global. Entre os residentes em
lares de idosos, a vacina reduz o risco de pneumonia em cerca de 60%, e o risco
global de hospitalização e morte, aproximadamente de 50% a 68%,
respectivamente.
|
BALANÇO PARCIAL DA VACINAÇÃO CONTRA A GRIPE
|
||||||
|
GRUPO
|
CRIANÇAS
|
TRABALHADORES
DA SAÚDE
|
GESTANTES
|
INDÍGENAS
|
IDOSOS
|
TOTAL
|
|
População
|
4.321.549
|
2.485.843
|
2.160.706
|
586.621
|
20.590.599
|
30.145.318
|
|
Doses
|
2.565.825
|
1.349.588
|
1.025.810
|
237.155
|
10.704.780
|
15.814.539
|
|
Cobertura
|
59,37%
|
54,29%
|
47,48%
|
40,43%
|
51,99%
|
52,5%
|
Por
Amanda Costa, da Agência Saúde – Ascom/MS
(61) 3315.3589/2577/6266
(61) 3315.3589/2577/6266
ABUSO SEXUAL
Abuso sexual é o segundo
maior tipo de violência
Abandono,
negligência e agressões físicas também entram na lista das principais
causas notificadas
A
violência sexual em crianças de 0 a 9 anos é o segundo maior tipo de violência
mais característico nessa faixa etária, ficando pouco atrás apenas para as
notificações de negligência e abandono. A conclusão é de um levantamento
inédito do Ministério da Saúde, que, em 2011, registrou 14.625 notificações de
violência doméstica, sexual, física e outras agressões contra crianças menores
de dez anos. A violência sexual contra crianças até os 9 anos representa 35%
das notificações. Já a negligência e o abandono tem 36% dos registros. Os
números são do sistema de Vigilância de Violências e Acidentes (VIVA) do
Ministério da Saúde. O VIVA possibilita conhecer a frequência e a gravidade das
agressões e identificar a violência doméstica, sexual e outras formas (física,
sexual, psicológica e negligência/abandono). Esse tipo de notificação se tornou
obrigatório a todos os estabelecimentos de saúde do Brasil, no ano passado.
Os dados
preliminares mostram que a violência sexual também ocupa o segundo lugar na
faixa etária de 10 a 14 anos, com 10,5% das notificações, ficando atrás apenas
da violência física (13,3%). Na faixa de 15 a 19 anos, esse tipo de agressão
ocupa o terceiro lugar, com 5,2%, atrás da violência física (28,3%) e da
psicológica (7,6%). Os dados apontam também que 22% do total de registros
(3.253) envolveram menores de 1 ano e 77% foram na faixa etária de 1 a 9 anos.
O percentual é maior em crianças do sexo masculino (17%) do que no sexo
feminino (11%).
A maior
parte das agressões ocorreram na residência da criança (64,5%). Em relação ao
meio utilizado para agressão, a força corporal/espancamento foi o meio mais
apontado (22,2%), atingindo mais meninos (23%) do que meninas (21,6%). Em 45,6%
dos casos o provável autor da violência era do sexo masculino. Grande parte dos
agressores são pais e outros familiares, ou alguém do convívio muito próximo da
criança e do adolescente, como amigos e vizinhos.
“Todos os
dias milhares de crianças e adolescentes sofrem algum tipo de abuso. A denúncia
é um importante meio de dar visibilidade e, ao mesmo tempo, oportunizar a
criação de mecanismos de prevenção e proteção. Além disso, os serviços de
escuta, como o disque-denúncia, delegacias, serviços de saúde e de assistência
social, escolas, conselhos tutelares e a própria comunidade, devem estar
preparados para acolher e atender a criança e o adolescente”, afirma a diretora
de análise de situação em saúde do Ministério da Saúde, Deborah Malta. “Este
assunto deve ser debatido incansavelmente nas escolas, comunidades, família,
serviços de saúde, entre outros setores da sociedade”, ressalta.
MONITORAMENTO
– Os dados
do VIVA, que foi implantado em 2006, são coletados por meio da Ficha de
Notificação/Investigação individual de violência doméstica, sexual e/ou outras
violências e é registrada no Sistema de Informação de Agravos de Notificação
(SINAN). Qualquer caso, suspeito ou confirmado, deve ser notificado pelos
profissionais de saúde. “É importante lembrar que o ato de notificar é um
exercício de cidadania que garante direitos de crianças e adolescentes e
possibilita o planejamento e avaliação de políticas públicas de atendimento e
enfrentamento das violências”, lembra Deborah Malta.
Em
janeiro de 2011, o Ministério da Saúde universalizou a notificação de
violências doméstica, sexual e outras agressões para todos os serviços de
saúde, incluindo todas elas na relação de doenças e agravos, que são
registradas no SINAN. Também se fortaleceu a ampliação da Rede de Núcleos de
Prevenção de Violências e Promoção da Saúde. Esses núcleos têm financiamento do
Ministério da Saúde e são responsáveis, por meio das secretarias de saúde, por
implementar ações de vigilância e prevenção de violências, identificar e estruturar
serviços de atendimento e proteção às crianças e adolescentes em situação de
risco. Só neste ano, o Ministério da Saúde já investiu R$ 25 milhões para as
secretarias estaduais e municipais de Saúde para o desenvolvimento de ações de
vigilância e prevenção de violências.
QUADRO 1
– Maiores violências na faixa etária de 0 – 9 anos
|
Tipo de violência
|
Percentual
|
|
Negligência ou abandono
|
36%
|
|
violência sexual
|
35%
|
Fonte:
VIVA SINAN/SVS/MS – 2011 (dados preliminares).
QUADRO 2 – Maiores violências na faixa etária de 10 – 14 anos
QUADRO 2 – Maiores violências na faixa etária de 10 – 14 anos
|
Tipo de violência
|
Percentual
|
|
Violência física
|
13,3%
|
|
violência sexual
|
10,5%
|
Fonte:
VIVA SINAN/SVS/MS – 2011 (dados preliminares).
QUADRO 3 – Maiores violências na faixa etária de 15 – 19 anos
QUADRO 3 – Maiores violências na faixa etária de 15 – 19 anos
|
Tipo de violência
|
Percentual
|
|
Violência física
|
28,3%
|
|
Violência psicológica
|
7,6%
|
|
Violência sexual
|
5,2%
|
Fonte:
VIVA SINAN/SVS/MS – 2011 (dados preliminares).
Por
Vanessa Teles, da Agência Saúde – ASCOM/MS
Atendimento à imprensa – 3315-6261/3580
Atendimento à imprensa – 3315-6261/3580
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